Escritor americano colaborador da New Yorker, eleito humorista do ano pela Time Magazine, lê conto ambientado em Paris:
E aproveita para falar sobre “estilo”:
Escritor americano colaborador da New Yorker, eleito humorista do ano pela Time Magazine, lê conto ambientado em Paris:
E aproveita para falar sobre “estilo”:
Ontem à noite, rolou na casa do príncipe Dom João Henrique de Orleans e Bragança, também conhecido como Dom Joãozinho, o tradicional Sarau do Príncipe. Se você não conhece, é quando Dom Joãozinho abre o quintal de sua casa a quem quiser entrar, oferece cachaça ao pessoal, e assiste a declamações de poesia. O BLOG DA FLIP foi lá. A imagem pode dizer pouco, mas o áudio mostra muito:
Acabou de terminar a palestra de Neil Gaiman e Richard Price. Foi sensacional. Tom Stoppard estava na platéia e, antes do início, lia a tradução em inglês de “Borges e os Orangotangos Eternos”, de Luis Fernando Veríssimo.
Daqui a pouco, colocaremos aqui alguns trechos da palestra.
Para acabar de uma vez por todas com a maior polêmica da literatura nacional, o BLOG DA FLIP, num esforço inédito de reportagem, foi atrás do bruxo do Cosme Velho.
Escritora inglesa lê trecho de Anotações sobre um Escândalo:
Alguns blogs que estão cobrindo a FLIP:
Se você está aqui em Paraty e está escrevendo sobre a FLIP em seu blog, deixe o endereço na caixa de comentários que a gente passa pra lista aí de cima.
Atenção, crianças: mantenham distância. Xico Sá lê trechos do “Manual de Civilidade Destinado às Meninas para Uso nas Escolas”.
Jayme Ovalle foi um poeta que escreveu pouco e influenciou muito. Manuel Bandeira foi influenciado por ele. Vinicius de Moraes, idem. Augusto Frederico Schmidt, Fernando Sabino, Murilo Mendes. Idem, idem, idem. Influenciava falando, influenciava com sua personalidade. Deixou apenas um punhado de poemas (a maioria escrita em inglês, traduzida por Bandeira) e 33 composições musicais. “A incapacidade de criação dele é fantástica”, escreveu Mário de Andrade.
No vídeo abaixo, Humberto Werneck, autor da biografia de Ovalle, fala sobre essa figura singular. Depois, no mesmo vídeo, Xico Sá explica por que os escritores escrevem para “humilhar a Gisele Bündchen”.
O BLOG DA FLIP finalmente encontrou uma livraria em Paraty. Uma, não. Duas. A primeira não é uma livraria qualquer. É uma livraria extremamente curiosa. É a menor livraria do mundo:
Depois, graças à ajuda de uma gentil leitora, encontramos a livraria Nova Paraty, que fica na Rua da Praia. Chegamos lá com a pergunta: a FLIP fez as vendas de livro aumentarem? Resposta: bem pouco. Quais livros estão vendendo mais? Resposta: nenhum em especial. Como é a venda no resto do ano? Resposta: baixa; corremos o risco de fechar.
Chateados, saímos de lá e fomos direto para uma loja de cachaça. Descobrimos que, se os livros não estão vendendo mais, as cachaças estão. O motivo é óbvio: Xico Sá está na cidade.
PS: a Nova Paraty tem uma filial na agradável Casa de Cultura de Paraty. E, claro, a FLIP tem a Tenda dos Autógrafos, que conta com uma Livraria da Vila.
Michel Laub, Emilio Fraia, Vanessa Barbara e Adriana Lunardi respondem a uma pergunta de João Moreira Salles: